sábado, 11 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
sábado, 30 de novembro de 2013
sábado, 23 de novembro de 2013
sábado, 9 de novembro de 2013
domingo, 6 de outubro de 2013
domingo, 28 de julho de 2013
Ser Espiritual: da Evidência à Ciência
Sinopse
«[…] A melhor bagagem para iniciar a viagem da leitura deste livro é uma mala vazia de tudo menos da surpresa de se deixar conduzir pela visão de um homem mais conhecido pela sua vida empresarial de êxito […].»
MARIA DE SOUSA - Professora do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto
«[…] Luís Portela oferece o visível a quem já vê, levantando do mesmo passo, a quem aspira a ver um pouco mais, a cortina que esconde paisagens por enquanto não de todo evidentes.»
MÁRIO CLÁUDIO - Escritor
«[…] Após a sua leitura, fica-se com um sentimento de coerência do sentido da vida, mas também com um conhecimento que nos desperta uma paz inquieta, para querer saber mais.»
MÁRIO SIMÕES - Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
Aparentemente, a Humanidade tem feito uma grande progressão no domínio tecnológico, mas, mantendo-se embriagada com a exploração material e distraída com um mar de futilidades, tem deixado para segundo plano a exploração do espiritual. O ter tem-se sobreposto ao ser. E, recentemente, parece que já nem faz falta ter, basta parecer.
Tendo assumido a ilusão tal dimensão, parece oportuno procurar recentrar o Homem no âmago do ser. Foi o que o autor procurou fazer, cruzando os saberes tradicionais com os resultados da investigação científica recente e sugerindo um prévio despojamento de conceitos e preconceitos, uma grande abertura a uma perspetiva diferente dos conhecimentos aceites pela cultura vigente. Ou seja, uma real abertura do leitor a perspetivar o Universo a partir do seu eu espiritual.
MARIA DE SOUSA - Professora do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto
«[…] Luís Portela oferece o visível a quem já vê, levantando do mesmo passo, a quem aspira a ver um pouco mais, a cortina que esconde paisagens por enquanto não de todo evidentes.»
MÁRIO CLÁUDIO - Escritor
«[…] Após a sua leitura, fica-se com um sentimento de coerência do sentido da vida, mas também com um conhecimento que nos desperta uma paz inquieta, para querer saber mais.»
MÁRIO SIMÕES - Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
Aparentemente, a Humanidade tem feito uma grande progressão no domínio tecnológico, mas, mantendo-se embriagada com a exploração material e distraída com um mar de futilidades, tem deixado para segundo plano a exploração do espiritual. O ter tem-se sobreposto ao ser. E, recentemente, parece que já nem faz falta ter, basta parecer.
Tendo assumido a ilusão tal dimensão, parece oportuno procurar recentrar o Homem no âmago do ser. Foi o que o autor procurou fazer, cruzando os saberes tradicionais com os resultados da investigação científica recente e sugerindo um prévio despojamento de conceitos e preconceitos, uma grande abertura a uma perspetiva diferente dos conhecimentos aceites pela cultura vigente. Ou seja, uma real abertura do leitor a perspetivar o Universo a partir do seu eu espiritual.
Retirado de www.gradiva.pt
terça-feira, 23 de julho de 2013
domingo, 21 de julho de 2013
Papa Francisco
As profecias de São Malaquias, abade irlandês que viveu no século XII, são uma lista de cento e oito breves descrições em latim para cada um dos papas da Igreja desde esse século até hoje.
De acordo com vários estudiosos das profecias de São Malaquias (ex: Peter Bander) o atual papa é o último desta lista.
A descrição para o papa cento e oito refere o seguinte:
"Petrus Romanus - Na derradeira perseguição da Santa Igreja Romana reinará Pedro, o Romano, que apascentará o seu rebanho no meio de muitas adversidades após o que a cidade das sete colinas será destruída e o terrível juiz julgará o povo"
Será o Papa Francisco o referido Petrus Romanus? A acreditar na sequência de cento e oito papas da profecia, aparentemente sim, mas corresponderá, de alguma forma, o perfil do atual papa a esta designação?
Se analisarmos as anteriores descrições, verificamos que a correspondência ao papa em questão é, normalmente, indireta e subtil.
A designação "Petrus Romanus" indicia um regresso do papa às origens da Igreja e dos valores difundidos há 2000 anos por Jesus (de acordo com os livros do Novo Testamento). Ao escolher o nome Francisco, pelo seu discurso e práticas até ao momento, o atual papa está em sintonia com o aparente significado da designação Petrus Romanus.
Mais dois aspetos podem reforçar esta correspondência: o facto do atual papa ser descendente de italianos e de uma parte significativa do seu papado vir a ser dedicada à recuperação dos valores cristãos na cúria romana e na própria Igreja.
De acordo com vários estudiosos das profecias de São Malaquias (ex: Peter Bander) o atual papa é o último desta lista.
A descrição para o papa cento e oito refere o seguinte:
"Petrus Romanus - Na derradeira perseguição da Santa Igreja Romana reinará Pedro, o Romano, que apascentará o seu rebanho no meio de muitas adversidades após o que a cidade das sete colinas será destruída e o terrível juiz julgará o povo"
Será o Papa Francisco o referido Petrus Romanus? A acreditar na sequência de cento e oito papas da profecia, aparentemente sim, mas corresponderá, de alguma forma, o perfil do atual papa a esta designação?
Se analisarmos as anteriores descrições, verificamos que a correspondência ao papa em questão é, normalmente, indireta e subtil.
A designação "Petrus Romanus" indicia um regresso do papa às origens da Igreja e dos valores difundidos há 2000 anos por Jesus (de acordo com os livros do Novo Testamento). Ao escolher o nome Francisco, pelo seu discurso e práticas até ao momento, o atual papa está em sintonia com o aparente significado da designação Petrus Romanus.
Mais dois aspetos podem reforçar esta correspondência: o facto do atual papa ser descendente de italianos e de uma parte significativa do seu papado vir a ser dedicada à recuperação dos valores cristãos na cúria romana e na própria Igreja.
sábado, 15 de junho de 2013
Vislumbres do futuro são profecias?
Irlandês, emigrado para a América e jornalista no jornal The World, David Croly publicou, em 1888, um livro "profético" chamado "Glimpses of the future".
David Croly ficou conhecido pela sua capacidade de prever o futuro quando em 1871 previu a crise bancária americana de 1873.
No livro "Glimpses of the future", escrito no final do século XIX (curiosamente no ano de nascimento de Fernando Pessoa), David Croly profetiza acontecimentos como:
- a 1ª Guerra Mundial provocada pelo império alemão e em que estariam implicadas as grandes potências europeias;
- o desenvolvimento da Rússia como grande potência;
- a independência da Índia antes de 1950;
- a emancipação da mulher;
- o desenvolvimento da aviação como arma de guerra e meio de transporte.
O livro está disponível em:
http://www.archive.org/stream/glimpsesoffutur00crol#page/n7/mode/2up
David Croly ficou conhecido pela sua capacidade de prever o futuro quando em 1871 previu a crise bancária americana de 1873.
No livro "Glimpses of the future", escrito no final do século XIX (curiosamente no ano de nascimento de Fernando Pessoa), David Croly profetiza acontecimentos como:
- a 1ª Guerra Mundial provocada pelo império alemão e em que estariam implicadas as grandes potências europeias;
- o desenvolvimento da Rússia como grande potência;
- a independência da Índia antes de 1950;
- a emancipação da mulher;
- o desenvolvimento da aviação como arma de guerra e meio de transporte.
O livro está disponível em:
http://www.archive.org/stream/glimpsesoffutur00crol#page/n7/mode/2up
sábado, 8 de junho de 2013
domingo, 7 de outubro de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Alterações climáticas e Nostradamus
James Hansen, hoje diretor do Instituto para Estudos Espaciais Goddard, da Nasa, publicou na passada semana um artigo na revista cientifica Proceedings of National Academy of Sciences em que estabelece uma ligação direta entre o aquecimento global nos últimos 30 anos e eventos climáticos extremos.
Escreve James Hansen:
“Estes eventos extremos eram extremamente raros. As temperaturas extremas cobriam 0,1% a 0,2% do globo no nosso período base e nas últimas três décadas passaram a cobrir mais de 10%. Este é o mundo que mudámos e agora temos de viver nele – um mundo que causou a onda de calor na Europa em 2003, que matou mais de 50 mil pessoas e a seca de 2011 no Texas, que causou prejuízos de mais de 5 mil milhões de dólares. Estes eventos, mostram os nossos dados, serão cada vez mais frequentes.”
Nota: retirado do Jornal Ionline
Uma das quadras mais conhecidas de Nostradamus é a Quadra 98 da Centúria V, cuja interpretação se associa, normalmente, a fenómenos climatéricos extremos:
A quarenta e oito grau climatérico,
Em fim de Câncer tão grande secura,
Peixe no mar, rio, lago cozido héctico,
Bearn, Bigorre por fogo céu em aflição.
Escreve James Hansen:
“Estes eventos extremos eram extremamente raros. As temperaturas extremas cobriam 0,1% a 0,2% do globo no nosso período base e nas últimas três décadas passaram a cobrir mais de 10%. Este é o mundo que mudámos e agora temos de viver nele – um mundo que causou a onda de calor na Europa em 2003, que matou mais de 50 mil pessoas e a seca de 2011 no Texas, que causou prejuízos de mais de 5 mil milhões de dólares. Estes eventos, mostram os nossos dados, serão cada vez mais frequentes.”
Nota: retirado do Jornal Ionline
Uma das quadras mais conhecidas de Nostradamus é a Quadra 98 da Centúria V, cuja interpretação se associa, normalmente, a fenómenos climatéricos extremos:
A quarenta e oito grau climatérico,
Em fim de Câncer tão grande secura,
Peixe no mar, rio, lago cozido héctico,
Bearn, Bigorre por fogo céu em aflição.
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