Esta quadra profética de Nostradamus poderá estar ligada a eventos próximos (2017 a 2020)?
Um pouco diante monarca trucidado,
Castor Pollux em nave, astro crinita,
O erário público por terra e mar vazio,
Pisa, Asti, Ferrara, Turim, terra interdita.
Na generalidade das interpretações esta quadra profética é associada à morte de um papa ("monarca"). A alusão a Castor Pollux (irmãos gémeos da mitologia grega e romana) poderá significar que a profecia ocorrerá no momento em que dois "irmãos" habitam a mesma nave (interpretado como Vaticano) o que poderá indiciar evento a ocorrer nos próximos anos.
Neste caso, Castor e Pollux seriam Bento XXI e Francisco.
No mito, os gêmeos partilham a mesma mãe, porém têm pais diferentes - o que significa que Pólux, por ser filho de Zeus, era imortal, enquanto Castor não o era.
Outra possibilidade seria considerar que Castor Pollux estaria associado a Trump e Obama, faltando conhecer que tipo de intervenção terá Obama no futuro como contrapoder ao Presidente dos EUA.
Nota: tradução retirada de livro de Jean Charles de Fontbrune "Nostradamus Historiador e Profeta"
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terça-feira, 10 de janeiro de 2017
sábado, 4 de junho de 2011
Interpretações diferentes para a Centúria I, Quadra 17
Quase todas as quadras proféticas de Nostradamus podem dar origem a diferentes interpretações. Eis um exemplo que deixo aos seguidores deste blogue (Centúria I, Quadra 17):
Por quarenta anos l'iris não aparecerá
Por quarenta anos todos os dias se fará visto
A terra árida crescerá em secura
E grandes dilúvios quando for percebido
Apresento, de seguida, 4 interpretações (haverá seguramente muitas mais) desta quadra:
Interpretação 1: A um período de guerra de 40 anos (guerras coloniais de 1830 a 1870) segue-se um período de felicidade de igual duração (a designada "belle époche" decorreu entre 1872 e 1914, o início da I Guerra Mundial). Esta interpretação parte do princípio que l'iris designa o arco-íris, símbolo de felicidade.
Interpretação 2: Evento a ocorrer em um futuro distante: O ciclo da Terra: Haverá 40 ciclos (uns 4.000 anos por ciclo) de seca (sem arco-iris) seguido de uns 40 ciclos de chuvas. A humanidade desequilibrará o meio ambiente. Em cada ciclo a humanidade tem sido extinta, tendo que recomeçar do zero. Ela já foi extinta algumas vezes. A última civilização foi a da Atlântida.
Interpretação 3: Por qualquer motivo durante 40 anos não conseguimos ver naves extraterrestres que nos observam mas, num determinado momento, iremos perceber que somos observados.
Interpretação 4: Iris refere-se ao planeta X (designado habitualmente por Nibiru) descoberto em 1982 mas que entretanto não conseguiremos observar durante 40 anos. O seu aparecimento repentino, 40 anos depois (portanto, em 2022) trará consequências para a Terra (grandes dilúvios).
Por quarenta anos l'iris não aparecerá
Por quarenta anos todos os dias se fará visto
A terra árida crescerá em secura
E grandes dilúvios quando for percebido
Apresento, de seguida, 4 interpretações (haverá seguramente muitas mais) desta quadra:
Interpretação 1: A um período de guerra de 40 anos (guerras coloniais de 1830 a 1870) segue-se um período de felicidade de igual duração (a designada "belle époche" decorreu entre 1872 e 1914, o início da I Guerra Mundial). Esta interpretação parte do princípio que l'iris designa o arco-íris, símbolo de felicidade.
Interpretação 2: Evento a ocorrer em um futuro distante: O ciclo da Terra: Haverá 40 ciclos (uns 4.000 anos por ciclo) de seca (sem arco-iris) seguido de uns 40 ciclos de chuvas. A humanidade desequilibrará o meio ambiente. Em cada ciclo a humanidade tem sido extinta, tendo que recomeçar do zero. Ela já foi extinta algumas vezes. A última civilização foi a da Atlântida.
Interpretação 3: Por qualquer motivo durante 40 anos não conseguimos ver naves extraterrestres que nos observam mas, num determinado momento, iremos perceber que somos observados.
Interpretação 4: Iris refere-se ao planeta X (designado habitualmente por Nibiru) descoberto em 1982 mas que entretanto não conseguiremos observar durante 40 anos. O seu aparecimento repentino, 40 anos depois (portanto, em 2022) trará consequências para a Terra (grandes dilúvios).
domingo, 24 de outubro de 2010
Algumas quadras que tornaram Nostradamus o profeta mais interpretado (1)
Para além de quadras e presságios proféticos Nostradamus deixou, ainda, duas cartas: uma a seu filho Cesar e outra a Henrique (rei de França). Estas cartas, particularmente a 2ª, contêm também profecias, sendo uma espécie de resumo / alerta em relação a eventos futuros. Para quem se inicia na leitura das profecias de Nostradamus a primeira sensação é de desânimo e descrédito. As quadras são (quase) esotéricas e, por vezes, ininteligíveis. Para além disso, as quadras quase não têm menção a datas sendo, frequentemente, impossível associar a quadra que se lê a um período de tempo definido. Então porque razão há tanta gente a estudar e tentar interpretar e a acreditar nas profecias de Nostradamus? Na minha perspectiva o "crédito" concedido a Nostradamus advém de um acumular de pequenos detalhes presentes em várias (poucas) quadras. Por exemplo, estas quadras referentes (alegadamente) às perseguições efectuadas pela Inquisição aos astrónomos nos séculos XVI e XVII (tradução do livro de Jean Charles de Fontbrune):
Centúria IV, quadra 18: Dos mais letrados sob os feitos celestes / Serão por príncipes ignorantes reprovados / Punidos de Édito, expulsos como celerados / E mortos lá onde serão encontrados.
Centúria VIII, quadra 71: Crescerá o número tão grande dos Astrónomos / Expulsos, banidos e livros censurados: o ano mil seiscentos e sete por sagrado glomo / Que nenhum aos sagrados estará seguro.
Centúria IV, quadra 18: Dos mais letrados sob os feitos celestes / Serão por príncipes ignorantes reprovados / Punidos de Édito, expulsos como celerados / E mortos lá onde serão encontrados.
Centúria VIII, quadra 71: Crescerá o número tão grande dos Astrónomos / Expulsos, banidos e livros censurados: o ano mil seiscentos e sete por sagrado glomo / Que nenhum aos sagrados estará seguro.
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