sábado, 9 de novembro de 2013
domingo, 6 de outubro de 2013
domingo, 28 de julho de 2013
Ser Espiritual: da Evidência à Ciência
Sinopse
«[…] A melhor bagagem para iniciar a viagem da leitura deste livro é uma mala vazia de tudo menos da surpresa de se deixar conduzir pela visão de um homem mais conhecido pela sua vida empresarial de êxito […].»
MARIA DE SOUSA - Professora do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto
«[…] Luís Portela oferece o visível a quem já vê, levantando do mesmo passo, a quem aspira a ver um pouco mais, a cortina que esconde paisagens por enquanto não de todo evidentes.»
MÁRIO CLÁUDIO - Escritor
«[…] Após a sua leitura, fica-se com um sentimento de coerência do sentido da vida, mas também com um conhecimento que nos desperta uma paz inquieta, para querer saber mais.»
MÁRIO SIMÕES - Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
Aparentemente, a Humanidade tem feito uma grande progressão no domínio tecnológico, mas, mantendo-se embriagada com a exploração material e distraída com um mar de futilidades, tem deixado para segundo plano a exploração do espiritual. O ter tem-se sobreposto ao ser. E, recentemente, parece que já nem faz falta ter, basta parecer.
Tendo assumido a ilusão tal dimensão, parece oportuno procurar recentrar o Homem no âmago do ser. Foi o que o autor procurou fazer, cruzando os saberes tradicionais com os resultados da investigação científica recente e sugerindo um prévio despojamento de conceitos e preconceitos, uma grande abertura a uma perspetiva diferente dos conhecimentos aceites pela cultura vigente. Ou seja, uma real abertura do leitor a perspetivar o Universo a partir do seu eu espiritual.
MARIA DE SOUSA - Professora do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto
«[…] Luís Portela oferece o visível a quem já vê, levantando do mesmo passo, a quem aspira a ver um pouco mais, a cortina que esconde paisagens por enquanto não de todo evidentes.»
MÁRIO CLÁUDIO - Escritor
«[…] Após a sua leitura, fica-se com um sentimento de coerência do sentido da vida, mas também com um conhecimento que nos desperta uma paz inquieta, para querer saber mais.»
MÁRIO SIMÕES - Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
Aparentemente, a Humanidade tem feito uma grande progressão no domínio tecnológico, mas, mantendo-se embriagada com a exploração material e distraída com um mar de futilidades, tem deixado para segundo plano a exploração do espiritual. O ter tem-se sobreposto ao ser. E, recentemente, parece que já nem faz falta ter, basta parecer.
Tendo assumido a ilusão tal dimensão, parece oportuno procurar recentrar o Homem no âmago do ser. Foi o que o autor procurou fazer, cruzando os saberes tradicionais com os resultados da investigação científica recente e sugerindo um prévio despojamento de conceitos e preconceitos, uma grande abertura a uma perspetiva diferente dos conhecimentos aceites pela cultura vigente. Ou seja, uma real abertura do leitor a perspetivar o Universo a partir do seu eu espiritual.
Retirado de www.gradiva.pt
terça-feira, 23 de julho de 2013
domingo, 21 de julho de 2013
Papa Francisco
As profecias de São Malaquias, abade irlandês que viveu no século XII, são uma lista de cento e oito breves descrições em latim para cada um dos papas da Igreja desde esse século até hoje.
De acordo com vários estudiosos das profecias de São Malaquias (ex: Peter Bander) o atual papa é o último desta lista.
A descrição para o papa cento e oito refere o seguinte:
"Petrus Romanus - Na derradeira perseguição da Santa Igreja Romana reinará Pedro, o Romano, que apascentará o seu rebanho no meio de muitas adversidades após o que a cidade das sete colinas será destruída e o terrível juiz julgará o povo"
Será o Papa Francisco o referido Petrus Romanus? A acreditar na sequência de cento e oito papas da profecia, aparentemente sim, mas corresponderá, de alguma forma, o perfil do atual papa a esta designação?
Se analisarmos as anteriores descrições, verificamos que a correspondência ao papa em questão é, normalmente, indireta e subtil.
A designação "Petrus Romanus" indicia um regresso do papa às origens da Igreja e dos valores difundidos há 2000 anos por Jesus (de acordo com os livros do Novo Testamento). Ao escolher o nome Francisco, pelo seu discurso e práticas até ao momento, o atual papa está em sintonia com o aparente significado da designação Petrus Romanus.
Mais dois aspetos podem reforçar esta correspondência: o facto do atual papa ser descendente de italianos e de uma parte significativa do seu papado vir a ser dedicada à recuperação dos valores cristãos na cúria romana e na própria Igreja.
De acordo com vários estudiosos das profecias de São Malaquias (ex: Peter Bander) o atual papa é o último desta lista.
A descrição para o papa cento e oito refere o seguinte:
"Petrus Romanus - Na derradeira perseguição da Santa Igreja Romana reinará Pedro, o Romano, que apascentará o seu rebanho no meio de muitas adversidades após o que a cidade das sete colinas será destruída e o terrível juiz julgará o povo"
Será o Papa Francisco o referido Petrus Romanus? A acreditar na sequência de cento e oito papas da profecia, aparentemente sim, mas corresponderá, de alguma forma, o perfil do atual papa a esta designação?
Se analisarmos as anteriores descrições, verificamos que a correspondência ao papa em questão é, normalmente, indireta e subtil.
A designação "Petrus Romanus" indicia um regresso do papa às origens da Igreja e dos valores difundidos há 2000 anos por Jesus (de acordo com os livros do Novo Testamento). Ao escolher o nome Francisco, pelo seu discurso e práticas até ao momento, o atual papa está em sintonia com o aparente significado da designação Petrus Romanus.
Mais dois aspetos podem reforçar esta correspondência: o facto do atual papa ser descendente de italianos e de uma parte significativa do seu papado vir a ser dedicada à recuperação dos valores cristãos na cúria romana e na própria Igreja.
sábado, 15 de junho de 2013
Vislumbres do futuro são profecias?
Irlandês, emigrado para a América e jornalista no jornal The World, David Croly publicou, em 1888, um livro "profético" chamado "Glimpses of the future".
David Croly ficou conhecido pela sua capacidade de prever o futuro quando em 1871 previu a crise bancária americana de 1873.
No livro "Glimpses of the future", escrito no final do século XIX (curiosamente no ano de nascimento de Fernando Pessoa), David Croly profetiza acontecimentos como:
- a 1ª Guerra Mundial provocada pelo império alemão e em que estariam implicadas as grandes potências europeias;
- o desenvolvimento da Rússia como grande potência;
- a independência da Índia antes de 1950;
- a emancipação da mulher;
- o desenvolvimento da aviação como arma de guerra e meio de transporte.
O livro está disponível em:
http://www.archive.org/stream/glimpsesoffutur00crol#page/n7/mode/2up
David Croly ficou conhecido pela sua capacidade de prever o futuro quando em 1871 previu a crise bancária americana de 1873.
No livro "Glimpses of the future", escrito no final do século XIX (curiosamente no ano de nascimento de Fernando Pessoa), David Croly profetiza acontecimentos como:
- a 1ª Guerra Mundial provocada pelo império alemão e em que estariam implicadas as grandes potências europeias;
- o desenvolvimento da Rússia como grande potência;
- a independência da Índia antes de 1950;
- a emancipação da mulher;
- o desenvolvimento da aviação como arma de guerra e meio de transporte.
O livro está disponível em:
http://www.archive.org/stream/glimpsesoffutur00crol#page/n7/mode/2up
sábado, 8 de junho de 2013
domingo, 7 de outubro de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Alterações climáticas e Nostradamus
James Hansen, hoje diretor do Instituto para Estudos Espaciais Goddard, da Nasa, publicou na passada semana um artigo na revista cientifica Proceedings of National Academy of Sciences em que estabelece uma ligação direta entre o aquecimento global nos últimos 30 anos e eventos climáticos extremos.
Escreve James Hansen:
“Estes eventos extremos eram extremamente raros. As temperaturas extremas cobriam 0,1% a 0,2% do globo no nosso período base e nas últimas três décadas passaram a cobrir mais de 10%. Este é o mundo que mudámos e agora temos de viver nele – um mundo que causou a onda de calor na Europa em 2003, que matou mais de 50 mil pessoas e a seca de 2011 no Texas, que causou prejuízos de mais de 5 mil milhões de dólares. Estes eventos, mostram os nossos dados, serão cada vez mais frequentes.”
Nota: retirado do Jornal Ionline
Uma das quadras mais conhecidas de Nostradamus é a Quadra 98 da Centúria V, cuja interpretação se associa, normalmente, a fenómenos climatéricos extremos:
A quarenta e oito grau climatérico,
Em fim de Câncer tão grande secura,
Peixe no mar, rio, lago cozido héctico,
Bearn, Bigorre por fogo céu em aflição.
Escreve James Hansen:
“Estes eventos extremos eram extremamente raros. As temperaturas extremas cobriam 0,1% a 0,2% do globo no nosso período base e nas últimas três décadas passaram a cobrir mais de 10%. Este é o mundo que mudámos e agora temos de viver nele – um mundo que causou a onda de calor na Europa em 2003, que matou mais de 50 mil pessoas e a seca de 2011 no Texas, que causou prejuízos de mais de 5 mil milhões de dólares. Estes eventos, mostram os nossos dados, serão cada vez mais frequentes.”
Nota: retirado do Jornal Ionline
Uma das quadras mais conhecidas de Nostradamus é a Quadra 98 da Centúria V, cuja interpretação se associa, normalmente, a fenómenos climatéricos extremos:
A quarenta e oito grau climatérico,
Em fim de Câncer tão grande secura,
Peixe no mar, rio, lago cozido héctico,
Bearn, Bigorre por fogo céu em aflição.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Segurança reforçada nos JO de Londres
Em maio, Londres realizou um grande exercício militar envolvendo helicópteros, navios de guerra e caças. As autoridades cogitaram até mesmo instalar sistemas antimísseis no topo de alguns prédios.
Um dos objetivos era aumentar a sensação de segurança entre moradores e torcedores.
No entanto, a pouco mais de duas semanas da abertura, o governo anunciou que precisará convocar 3,5 mil soldados para preencher um "buraco" no seu planejamento.
A empresa privada contratada para fornecer 10 mil seguranças ao evento, a 4GS, disse que está com problemas para conseguir treinar todos os novos contratados a tempo.
O próprio esquema de segurança já precisou passar por uma revisão recentemente, acrescentando 2 bilhões de libras aos custos dos Jogos.
Os 3,5 mil soldados adicionais anunciados nesta quinta-feira vão se somar a 13,7 mil militares já escalados para os Jogos. Eles farão parte de um plano de contingência, e ficarão de sobreaviso para emergências.
Alguns destes soldados estão voltando da campanha no Afeganistão e podem ter suas férias revogadas devido aos Jogos.
in BBC news (Brasil)
Os meios de segurança nos JO de Londres (que se realizam entre 27 de Julho e 12 de Agosto) são já superiores aos utilizados nos JO de Atenas.A intenção do governo inglês é colocar baterias antiaéreas em seis pontos da cidade, um dos quais o telhado de um edifício residencial de 17 andares.
Será que o receio de atentados terroristas é também potenciado pela profecia de Nostradamus - Centúria X Quadra 74 já referida neste blogue?
domingo, 27 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Profecias e Woody Allen
Woody Allen, para além de actor e realizador de cinema, escreveu vários livros. O livro "Sem penas" (cujo original foi publicado pela primeira vez no início dos anos 70 do séc. XX) reúne vários textos em que o autor escreve sobre temas diversos utilizando uma abordagem satírica com um humor "nonsense".
Um dos domínios que é satirizado por Woody Allen é o das profecias / prognósticos:
"Finalmente, chegamos a Aristonidis, conde do séc. XVI cujas predições continuam a provocar o assombro e a perplexidade dos mais cépticos. Exemplos típicos são:
- Duas nações entrarão em guerra, mas só uma vencerá.
(Os especialistas são de opinião que se trata da guerra russo-japonesa de 1904-1905 - proeza pasmosa se tivermos em conta que o prognóstico foi feito em 1540)
- Vejo uma grande personagem que um dia inventará, para bem da humanidade, um adorno que será usado por cima das calças para as proteger enquanto se cozinha.
(Aristonidis referia-se, é óbvio ao avental)."
Quando se tem um blogue que tem como tema base as profecias, não se pode deixar de ter em atenção que a fronteira entre o charlatanismo, o ridículo e o minimamente consistente é muito ténue.
O que é um facto é que ao longo da história há registos de múltiplos "profetas" e profecias que devem ser enquadrados na época em que surgiram.
De qualquer forma o estudo de profetas e profecias ao longo da história é aliciante mas, o que é um facto, é que o número de "profecias" não cumpridas ao longo de séculos daria para desacreditar de forma inexorável qualquer nova análise de uma profecia. A própria existência de uma profecia não é racional, tendo como base o actual conhecimento científico e uma visão racional da existência.
Mas será que tudo o que existe pode ser suportado e explicado por esta visão racional?
Um dos domínios que é satirizado por Woody Allen é o das profecias / prognósticos:
"Finalmente, chegamos a Aristonidis, conde do séc. XVI cujas predições continuam a provocar o assombro e a perplexidade dos mais cépticos. Exemplos típicos são:
- Duas nações entrarão em guerra, mas só uma vencerá.
(Os especialistas são de opinião que se trata da guerra russo-japonesa de 1904-1905 - proeza pasmosa se tivermos em conta que o prognóstico foi feito em 1540)
- Vejo uma grande personagem que um dia inventará, para bem da humanidade, um adorno que será usado por cima das calças para as proteger enquanto se cozinha.
(Aristonidis referia-se, é óbvio ao avental)."
Quando se tem um blogue que tem como tema base as profecias, não se pode deixar de ter em atenção que a fronteira entre o charlatanismo, o ridículo e o minimamente consistente é muito ténue.
O que é um facto é que ao longo da história há registos de múltiplos "profetas" e profecias que devem ser enquadrados na época em que surgiram.
De qualquer forma o estudo de profetas e profecias ao longo da história é aliciante mas, o que é um facto, é que o número de "profecias" não cumpridas ao longo de séculos daria para desacreditar de forma inexorável qualquer nova análise de uma profecia. A própria existência de uma profecia não é racional, tendo como base o actual conhecimento científico e uma visão racional da existência.
Mas será que tudo o que existe pode ser suportado e explicado por esta visão racional?
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