sábado, 14 de novembro de 2015

Together we stand...divided we fall






The Risk of a Nuclear ISIS Grows


"Over the past five years the FBI, working in conjunction with local authorities in Moldova, have interrupted four attempts made by nuclear smugglers to sell radioactive materials to Middle Eastern extremists, including ISIS. According to theAP, "the latest known case came in February this year, when a smuggler offered a huge cache of deadly cesium -- enough to contaminate several city blocks -- and specifically sought a buyer from the Islamic State group.
....
The risks of ISIS getting a nuclear bomb are small. But they are not zero... it is impossible now for ISIS to build a nuclear bomb from scratch. Doing so would require large, industrial facilities to enrich uranium, billions of dollars and gigawatts of energy.
But if they could get the highly-enriched uranium -- about 100 pounds would do, about the size of a soccer ball -- it is possible that they could assemble the equipment and small technical team to build the bomb.
Some of the government stings reported by the AP involved uranium, which the suppliers said could be used for a dirty bomb. While uranium and plutonium are needed for the core of a nuclear weapon, they are not ideal for a dirty bomb. You want something much more radioactive, like cesium or americium. A few grams of these powders could contaminate tens of square blocks, making them uninhabitable for months, until they were scrubbed clean. Unfortunately, cesium was exactly what smugglers were attempting to sell to ISIS agents in February.
What is a dirty bomb though? Unlike a nuclear weapon, this is not a nuclear explosion but a conventional explosive, like dynamite, laced with small quantities of highly radioactive material."
Retirado de http://www.huffingtonpost.com/joe-cirincione/the-risk-of-a-nuclear-isi_b_8259978.html

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

3ª Guerra Mundial já começou?


Papa Francisco alertou para essa possibilidade em agosto de 2014 quando regressava de visita ecuménica à Coreia do Sul:

"Vivemos a Terceira Guerra Mundial, mas em fragmentos", disse o Pontífice.
"A tortura se tornou quase um meio ordinário. Esses são os frutos da guerra. Estamos em guerra, há a Terceira Guerra Mundial, mas em fragmentos'", disse o papa, referindo-se aos conflitos simultâneos que atingem o mundo, como as crises na Síria, no Iraque, na península coreana, no continente africano na Faixa de Gaza.
retirado de: http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/vivemos-a-3a-guerra-mundial-diz-papa-francisco
Gunter Grass, prémio Nobel da Literatura refere o mesmo em entrevista a jornal alemão de hoje:
O prémio Nobel da Literatura, o romancista alemão Günter Grass, disse hoje que às vezes se questiona se a III Guerra Mundial não terá começado há muito, mas de forma distinta dos conflitos do século XX.
Numa entrevista publicada hoje no diário alemão Neuen Westfalische, Grass disse que "ultimamente fala-se muito do perigo de acontecer uma III Guerra Mundial".
Na opinião de Günter Grass, as formas de combate mudaram desde 1945, sendo a internet atualmente um dos meios usados, pois "permite o bloqueio de sistemas completos", que levam a guerras económicas.
"Tudo isto ocorre paralelamente aos conflitos bélicos como os que observamos na Ucrânia, Síria e outros países",

retirado de http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4403703

domingo, 24 de agosto de 2014

Nostradamus, Centúria II, Quadra 57


Avant conflictle grand mur tombera
Le grand à mort, mort, trop subite et plainte
Nav mi parfaict, la plus part nagera,
Aupres du fleuve de sang la terre tainte.

Antes do conflito a grande parede cairá
O grande à morte, morte demasiado súbita e lamentada
Nave imperfeita, a maior parte nadará
Junto do rio de sangue a terra tingida.

Tradução de Jean Charles de Fontbrune

No seu livro de 1980, Jean Charles de Fontbrune associa esta quadra à tomada da Bastilha. ("a grande parede cairá") ocorrida em Julho de 1789 e, como tal, toda a quadra estaria associada à Revolução Francesa (final do século XVIII).

Serge Hutin, em livro editado em 1981, associa esta quadra à queda do muro de Berlim (que ocorreu em novembro de 1989).

Ou seja, duas interpretações distintas para a mesma quadra. De salientar que a interpretação de Serge Hutin é anterior à queda efetiva do muro de Berlim.
No entanto, no caso da interpretação de Serge Hutin, tenho sérias dificuldades em captar o sentido da continuação da quadra "o grande à morte, morte súbita e lamentada". A associação desta parte da quadra ao império soviético não pode ser enquadrada na lógica do pensamento de Nostradamus (as profecias estão escritas na perspetiva do Ocidente e da Igreja Católica) embora o termo "plainte" possa ser traduzido não como lamentada (tradução de Jean Charles de Fontbrune) mas sim como "reclamada".

Existem, pelo menos, duas possibilidades a considerar:

a) A quadra refere-se à queda do muro de Berlim, como sinalização do momento próximo para um conflito mundial. De notar que várias quadras proféticas abrangem, aparentemente, períodos de tempo prolongados (porque, por exemplo, existem ligações de causa - efeito a considerar);

b) A quadra refere-se a um evento futuro podendo a frase "grand mur tombera" estar associada à queda de um muro / parede no sentido literal (por exemplo, queda de parte do muro da China ou Muro das Lamentações?) ou no sentido figurado.


sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Mais uma ameaça global..podemos ficar sem café!


"A produção de café está a diminuir cada vez mais e, a este ritmo, a bebida pode desaparecer em menos de cem anos. As alterações climáticas e um fungo chamado Hemileia Vastatrix parecem ser os dois grandes responsáveis pela crise que se avizinha. A previsão é de Leo Lombardini, diretor da World Coffee Research."

retirado de http://observador.pt/2014/08/22/crise-cafe/ 




sábado, 2 de agosto de 2014

Cuidado com o Sol...



Las tormentas solares extremas representan una amenaza para todas las formas de alta tecnología. Comienzan con una explosión - una llamarada solar- en el dosel magnético de una mancha solar. Los rayos X y la radiación ultravioleta extrema llegan a la Tierra a la velocidad de la luz, ionizando las capas superiores de nuestra atmósfera; los efectos secundarios de esta explosión solar incluyen apagones de radio y errores de navegación GPS. Minutos u horas más tarde, llegan las partículas energéticas. Moviéndose sólo ligeramente más lentos que la propia luz, los electrones y los protones acelerados por la explosión pueden electrificar satélites y dañar sus componentes electrónicos.
Luego vienen las CMEs, nubes de mil millones de toneladas de plasma magnetizado que tardan un día o más en cruzar la distancia del Sol a la Tierra. Los analistas creen que el impacto directo de una CME extremo como el que se perdió la Tierra en julio de 2012 podría provocarapagones generalizados, desactivando todo lo que se conecta a un enchufe de pared, informa la NASA.
Antes de julio de 2012, cuando los investigadores hablaban de las tormentas solares extremas, se referían al emblemático evento Carrington de septiembre 1859, en homenaje al astrónomo inglés Richard Carrington que vio aquella eyección con sus propios ojos. En los días que siguieron a su observación, una serie de poderosas CME golpeó la Tierra con una potencia que no había sentido antes o desde entonces. Tormentas geomagnéticas intensas provocaron auroras hasta el sur de Cuba y estropearon líneas telegráficas mundiales, prendiendo fuego a algunas oficinas de telégrafos y deshabilitando así la 'Internet victoriana'.

Una probabilidad preocupante

En febrero de 2014, el físico Pete Riley de Predictive Science Inc. publicó un artículo en la revista Space Weather titulado «Sobre la probabilidad de que ocurran eventos climáticos espaciales extremos». En él, analiza los registros de las tormentas solares que se remontan a más de 50 años. Al extrapolar la frecuencia de las tormentas ordinarias y extremas, calculó las probabilidades de que una tormenta de la categoría del evento Carrington pueda golpear la Tierra en los próximos diez años. La respuesta es el 12%.
http://www.abc.es/ciencia/20140723/abci-cuando-libramos-catastrofe-mundial-201407231320.html

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Era pós - antibióticos a chegar?


"Antimicrobial resistance (AMR) within a wide range of infectious agents is a growing public health
threat of broad concern to countries and multiple sectors. Increasingly, governments around the world
are beginning to pay attention to a problem so serious that it threatens the achievements of modern
medicine.
A post-antibiotic era — in which common infections and minor injuries can kill — far from being an apocalyptic fantasy, is instead a very real possibility for the 21st century"

Relatório "Antimicrobial Resistance - Global Report on surveillance 2014" da World Health Organization
http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/112642/1/9789241564748_eng.pdf?ua=1