domingo, 17 de julho de 2011

Profecias de Leonardo da Vinci

O Codex Atlanticus é o maior conjunto de escritos e desenhos deixados por Leonardo da Vinci (1452 - 1519). São cerca de 1.200 folhas compiladas, anos mais tarde, pelo escultor Pompeo Leoni (segunda metade do sec. XVI).
Uma parte significativa do Codex Atlanticus é composta por desenhos, alguns dos quais, projectos de máquinas de diferentes tipos.
Neste codex, estão ainda incluidas frases proféticas de Leonardo da Vinci a mais famosa das quais é:

"Falar-se-ão os homens de remotíssimos países, e responder-se-ão"


Poderemos associar este texto a uma profecia, ou seja, a visualização de algo que acontecerá no futuro, ou trata-se apenas do génio prospectivo de Da Vinci que, aparentemente, prevê (com base no seu conhecimento do potencial de desenvolvimento da ciência) o surgimento das tecnologias de informação e comunicação de hoje?

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Edgar Cayce - profeta contemporâneo

Quando se pergunta se existe ou existiu algum profeta / vidente famoso na era moderna, seguramente, o nome que de imediato surge é o de Edgar Cayce. Americano, nasceu em 1877 e faleceu em 1945, pelo que se pode dizer que é um profeta do século XX.
Algumas das profecias de Edgar Cayce são muito catostrofistas. É possível encontrar na internet o novo atlas da Terra descrito por Edgar Cayce numa das suas profecias em que prevê que um tsunami global, provocado pela alteração do polo magnético do planeta, vai fazer submergir grandes áreas de terra (no litoral) e fazer surgir novos territórios (por exemplo, a Atlântida).
O problema é que esta profecia de Edgar Cayce já se deveria ter concretizado.

Em 1932, perguntaram quais seriam os acontecimentos mais importantes dos próximos 50 anos, e Edgar Cayce respondeu: “Em primeiro lugar virá a catástrofe causada por forças que agem sobre a Terra, partindo do universo. ... As forças provocarão uma mudança no equilíbrio da Terra no universo, que, indiretamente será também atingido por isso. ... Revoluções no interior da Terra. É uma mudança da própria Terra, porque o eixo se deslocará e os pólos ficarão em uma outra posição.”


Ou seja, de acordo com esta profecia, os acontecimentos descritos já deveriam ter ocorrido há mais de 30 anos.
Com profecias como esta (não cumprida) porque razão Edgar Cayce é tão famoso? Assunto para um próximo post.

    sábado, 25 de junho de 2011

    Profecia de Nostradamus normalmente relacionada com 11 de Setembro

    Uma das profecias de Nostradamus que é relacionada com o ataque terrorista de 11 de Setembro de 2001 é a Quadra 97 da Centúria VI (tradução de livro de Jean Charles de Fontbrune):

    Cinco e quarenta graus céu arderá
    Fogo aproximar da grande cidade nova
    Instante grande chama esparsa saltará
    Quando se quererá dos Normans fazer prova

    Associar esta quadra a este ataque é, claramente, complexo. Um primeiro problema começa quanto à indicação da localização deste acontecimento.
    A latitude indicada será 45º ou 40,5º? Estaremos a falar do paralelo Norte ou do paralelo Sul?
    Efectivamente, Nova Iorque, situa-se no paralelo 40,5º Norte (aproximadamente) e, como tal, poderemos considerar como possibilidade que a "cidade nova" referida seja Nova Iorque.
    Mas, seguramente, seria possível encontrar outra(s) cidades no paralelo 40,5º ou 45º para as quais fosse possível justificar o epíteto de "nova".
    Para além disso, a descrição dos dois primeiros versos não parece coincidir com o ataque de 11 de Setembro.
    Já quanto aos dois últimos versos é possível relacionar com a América do Norte se associarmos Normans a homens do Norte. Neste caso, o significado do último verso seria  algo como "quando se quiser fazer sofrer os homens do Norte".
    A associação desta quadra a um evento em Nova Iorque ocorreu apenas após 2001. Jean Charles de Fontbrune, no seu livro escrito em 1980, associa esta quadra a Genebra (cidade com latitude próxima dos 45º) e Normans (homens do Norte) à União Soviética interpretando a quadra como um prenúncio de ataque soviético ao Ocidente.

    domingo, 19 de junho de 2011

    Outra quadra relacionada com Hercólubus?

    Há outras quadras que parecem estar relacionadas com a Quadra 17, Centúria I analisada nos últimos dois posts.
    É o caso da Quadra 34, Centúria III.

    Quando a ausência do Sol então será
    No pleno dia o monstro será visto
    De modo totalmente diferente o interpretarão
    Carestia não há cuidado, ninguém o terá previsto.

    Jean Charles de Fontbrune associou esta quadra à queda da monarquia em França (revolução francesa iniciada em 1789) representando o "Sol" a monarquia e sendo Robespierre o "monstro".

    Outros estudiosos da obra de Nostradamus fazem uma interpretação mais literal da quadra, sendo, neste caso, o "Sol" o astro rei do nosso sistema solar e o "monstro" o planeta designado por X, Hercólubus ou Nibiru.

    A segunda parte da quadra é mais difícil de associar a uma ou outra interpretação, principalmente, por causa da frase "Carestia não há cuidado", tradução de livro de Jean Charles de Fontbrune, da expressão francesa "Cherté n'a garde". Mas outras traduções, eventualmente, mais adequadas podem ajudar a obter uma imagem mais consistente de toda a quadra. Assim, se substituirmos "Carestia não há cuidado" por "Preço alto pela desprotecção" ou "A ruína reinará", poderemos ter uma Quadra 34 da Centúria III com outra imagem global:

    Quando a ausência do Sol então será
    No pleno dia o monstro será visto
    De modo totalmente diferente o interpretarão
    Preço alto pela desprotecção, ninguém o terá previsto.

    sábado, 11 de junho de 2011

    Centúria I, Quadra 17 - será possível interpretar Nostradamus?

    O último post demonstra a dificuldade de um "estudioso" das profecias de Nostradamus em interpretar cada uma das quadras da sua obra profética. Existe uma tendência de fazer uma "leitura" das quadras à luz dos acontecimentos que vivemos e/ou sobre os quais temos conhecimento adaptando, assim, a interpretação das quadras ao nosso presente.
    Nostradamus (caso acreditemos que tinha o dom de "ver" o futuro) tinha uma visualização alargada do tempo desde o século XVI até ao século XXXVIII.
    A interpretação 4 referida no anterior post é, como tal, a mais imediata. Efectivamente, em 1983, o IRAS (Infrared Astronomical Satellite) efectuou o primeiro registo da eventual existência de um novo planeta. A notícia foi dada pelo jornal Washington Post. “Foi encontrado, por um telescópio em órbita da Terra, um corpo celeste tão grande quanto Júpiter, que faz parte do nosso Sistema Solar. Ele estaria na direção da Constelação de Órion”. Em 1992, veio a confirmação da descoberta pelo cientista Robert Harrington, então diretor do Observatório Naval dos Estados Unidos. “A massa deste corpo celeste é quatro vezes maior do que a da Terra e trata-se, provavelmente, de uma estrela anã escura, cuja órbita a leva de um lado a outro do nosso Sistema Solar”, disse Harrington. Ainda em 1992, os sinais ficaram mais precisos. Um comunicado da NASA dava conta de que “desvios inexplicáveis nas órbitas de Urano e Neptuno apontavam para um grande corpo fora do Sistema Solar, de massa entre quatro a oito vezes a da Terra, numa órbita altamente inclinada e a mais de 11 bilhões de quilômetros do Sol”. O IRAS foi desactivado e outros satélites foram, entretanto, colocados no espaço sem que este registo tivesse sido confirmado.

    sábado, 4 de junho de 2011

    Interpretações diferentes para a Centúria I, Quadra 17

    Quase todas as quadras proféticas de Nostradamus podem dar origem a diferentes interpretações. Eis um exemplo que deixo aos seguidores deste blogue (Centúria I, Quadra 17):

    Por quarenta anos l'iris não aparecerá
    Por quarenta anos todos os dias se fará visto
    A terra árida crescerá em secura
    E grandes dilúvios quando for percebido

    Apresento, de seguida, 4 interpretações (haverá seguramente muitas mais) desta quadra:

    Interpretação 1: A um período de guerra de 40 anos (guerras coloniais de 1830 a 1870) segue-se um período de felicidade de igual duração (a designada "belle époche" decorreu entre 1872 e 1914, o início da I Guerra Mundial). Esta interpretação parte do princípio que l'iris designa o arco-íris, símbolo de felicidade.

    Interpretação 2: Evento a ocorrer em um futuro distante: O ciclo da Terra: Haverá 40 ciclos (uns 4.000 anos por ciclo) de seca (sem arco-iris) seguido de uns 40 ciclos de chuvas. A humanidade desequilibrará o meio ambiente. Em cada ciclo a humanidade tem sido extinta, tendo que recomeçar do zero. Ela já foi extinta algumas vezes. A última civilização foi a da Atlântida.


    Interpretação 3: Por qualquer motivo durante 40 anos não conseguimos ver naves extraterrestres que nos observam mas, num determinado momento, iremos perceber que somos observados.


    Interpretação 4: Iris refere-se ao planeta X (designado habitualmente por Nibiru) descoberto em 1982 mas que entretanto não conseguiremos observar durante 40 anos. O seu aparecimento repentino, 40 anos depois (portanto, em 2022) trará consequências para a Terra (grandes dilúvios).  

    domingo, 29 de maio de 2011

    Profecia de Nostradamus não cumprida?

    Uma das quadras de Nostradamus com uma interpretação mais similar e consistente entre os diferentes autores é a Quadra 92 da Centúria V (tradução de livro de Jean Charles de Fontbrune):

    Após a cadeira mantida dezassete anos
    Cinco mudarão em tal revolto termo
    Depois será um eleito de mesmo tempo
    Que dos romanos não será muito conforme.

    Claramente esta profecia refere-se à sucessão de papas (a cadeira papal). O único papa com um papado de 17 anos foi Pio XI (1922 a 1939). O "revolto termo" parece indicar 39 anos (39 é o termo de 1939). Realmente, existiram 5 mudanças de papas entre 1939 e 39 anos depois (1978) quando João Paulo II foi nomeado papa.
    As 5 mudanças foram:
    Pio XII (1939 a 1958)
    João XXIII (1958 a 1963)
    Paulo VI (1963 a 1978)
    João Paulo I (1978 a 1978)
    João Paulo II - nomeado em 1978

    Utilizando o mesmo tipo de interpretação, Bento XVI ("que dos romanos não será muito conforme" parece aludir à sua origem não romana) seria papa durante 5 anos (Abril de 2005 a Abril de 2011 se considerarmos que estamos a falar de 5 anos e um nº de meses inferior a 12), ou seja, teriamos, neste momento, um novo papa.
    Será uma profecia não cumprida, ou Nostradamus queria dizer que Bento XVI será papa durante 17 anos ("depois será um eleito de mesmo tempo"), ou seja, até 2022?

    quarta-feira, 18 de maio de 2011

    Nostradamus e S. Malaquias (convergência de profecias?)

    Na 2ª centúria, quadra 97, aparentemente Nostradamus profetiza o assassinato de um papa quando refere (tradução retirada de livro de Jean Charles de Fontbrune):

    Romano Pontífice guarda-te de aproximar
    da cidade que dois rios regam
    o teu sangue virá junto de aí cuspir
    tu e os teus quando florir a rosa

    Segundo algumas interpretações a cidade em causa seria Lyon (França) que é banhada pelos rios Rhône (ou Ródano) e Saône. Assim, em 1986, quando João Paulo II visitou esta cidade, as medidas de segurança foram extremas. Muitos referiam que a "rosa" (símbolo do Partido Socialista francês) teria florido com a eleição em 1981 de François Mitterrand.
    Como sabemos a visita de João Paulo II foi tranquila e sem incidentes.
    No entanto, outras profecias apontam para assassinato de um papa (por exemplo, 3º segredo de Fátima) sendo que de acordo com interpretação das profecias de S. Malaquias (ver texto anteriormente publicado) o papa em questão não seria nem João Paulo II nem Bento XVI mas sim um futuro papa (o seguinte) designado, nos escritos de S. Malaquias, por Petrus Romanus.

    sábado, 14 de maio de 2011

    Cartas proféticas de Nostradamus

    As quadras de Nostradamus, organizadas em centúrias, foram e continuam a ser muito estudadas. Há inúmeros livros e sites com as interpretações mais bizarras de quadras de Nostradamus. Daí que, se existissem estatísticas sobre a taxa de acontecimentos previstos por esses estudiosos e não concretizados, obteriamos números próximos dos 100%.
    Nostradamus deixou duas cartas: uma a seu filho César e outra a Henrique segundo (já falamos sobre esta em anterior texto). Nessa carta a seu filho, Nostradamus expressamente refere que as suas profecias abrangem um período que vai até ao ano 3797.
    As quadras de Nostradamus e estas cartas não referem datas com excepção à referência a 1999. Por esta razão, e devido à convergência de algumas quadras com outras profecias (S. Malaquias e 3º segredo de Fátima) se associa a concretização de algumas profecias (por exemplo, 3ª guerra mundial) a um período temporal próximo do ano 2000.

    domingo, 8 de maio de 2011

    Usama ou Osama?

    No anterior texto referi que Usama Bin Laden poderia ser Mabus tendo como base a utilização em "anagrama" de letras do nome de Bin Laden.
    Várias pessoas que leram o texto contactaram-me dizendo que Bin Laden era Osama e não Usama.
    Após várias pesquisas constatei que nos sites da CIA e FBI o nome referido era Usama Bin Laden. Com base nestas fontes poderemos sustentar que Mabus poderá ser o "anagrama" de Usama Bin Laden.

    sábado, 7 de maio de 2011

    Usama Bin Laden poderia ser Mabus?

    Num texto anterior deste blogue refere-se a possibilidade de Mabus (referido em uma quadra de Nostradamus) ser Barack Obama. Esta possibilidade decorre do facto da composição do nome Mabus poder ser obtida com base em algumas das letras do nome do Presidente dos EUA.
    Nostradamus utilizou, frequentemente, diferentes figuras gramaticais para iludir a interpretação das suas quadras nomeadamente anagramas.
    Nesta perspectiva, Mabus pode também referir-se a Usama Bin Laden. Conforme já referido anteriormente, Mabus não é a designação do 3º anticristo mas sim, aparentemente, uma referência para ajudar os estudiosos dos escritos de Nostradamus a situar no tempo as suas profecias.

    domingo, 12 de dezembro de 2010

    S. Malaquias e 2012

    Uma das profecias mais peculiares é atribuída a S. Malaquias. S. Malaquias era irlandês tendo vivido na 1ª metade do século XII. As suas profecias terão sido entregues ao papa Inocêncio II que as terá guardado no Vaticano até serem descobertas e publicadas no séc. XVI. Como tal, alguns autores levantam dúvidas quanto ao seu verdadeiro autor atribuindo-as a quem as publicou em 1595 (conhecido por Monge de Pádua). Estas profecias revelam, através de curtas divisas em latim, quem serão os 111 papas após Inocêncio II. O papa nº 110 é designado pela divisa "De gloria olivae" (da glória da oliveira) e corresponde, nessa lista, ao actual papa Bento XVI. O último papa da lista é designado por Petrus Romanus e a divisa profética diz:

    "Na última perseguição à sagrada Igreja Romana reinará Pedro Romano,
    que apascentará as suas ovelhas no meio de tribulações,
    passadas as quais a cidade das sete colinas (Roma) será destruída
    e o juíz terrível julgará o seu povo"


    As interpretações desta profecia são múltiplas. A mais usual é a convergência profética com a profecia Maia que alegadamente refere um cataclismo natural à escola global - um tsunami. No entanto, esta interpretação está em desacordo, por exemplo, com o texto do 3º segredo de Fátima e com as profecias de Nostradamus que referem um assassinato de um papa em ambiente de guerra.




    domingo, 14 de novembro de 2010

    Nostradamus e 2012

    Em muitos sites são efectuadas ligações entre profecias de Nostradamus e 2012. São apresentadas várias quadras proféticas de Nostradamus, ou frases retiradas da carta ao rei Henrique como sendo referências ao "apocalipse" de 2012. Uma das profecias mais referenciadas é retirada da carta ao rei Henrique quando Nostradamus refere um eclipse do Sol, o mais escuro e mais tenebroso jamais visto desde a criação do mundo até a morte e paixão de Jesus Cristo, e desde então até agora; depois, no mês de outubro, terá lugar uma grande translação, a tal ponto que todos pensarão que a Terra teria perdido seu movimento natural e estaria mergulhando nas trevas perpétuas. De acordo com o referido por Nostradamus este acontecimento precederá a chegada do 3º anticristo. No entanto, nem esta nem outras frases e quadras referem qualquer data. Como tal, dizer que Nostradamus profetizou qualquer tipo de acontecimento apocalíptico para 2012 é uma total mentira!

    segunda-feira, 1 de novembro de 2010

    Carta de Nostradamus a Henrique rei de França segundo

    A carta de Nostradamus a Henrique rei de França segundo é basicamente um texto profético endereçado por Nostradamus a um rei de França. Segundo alguns intérpretes esta carta foi endereçada a Henrique II, rei de França entre 1547 e 1559, ou seja, o rei de França no momento da morte de Nostradamus. O rei Henrique II de França morreu após ter sido ferido num torneio a cavalo (aliás uma das quadras mais famosas de Nostradamus é, alegadamente, a profecia da morte deste rei). No entanto, outros autores (por exemplo, Jean Charles de Fontbrune) têm outra interpretação: a colocação da palavra segundo (secundus em latim tem um duplo significado - "favorável" ou "feliz") após as palavras Rei de França e não após Henrique significam que a carta é endereçada a um outro rei de França, Henrique que governará a França no futuro. Esta carta é, também, um enigma porque, de certa forma contradiz os argumentos usados por Nostradamus para sustentar o facto das suas quadras serem pouco explícitas quanto aos acontecimentos e datas (tornando-as ininteligíveis). Nesta carta, Nostradamus refere expressamente vários acontecimentos a ocorrer no futuro sem, no entanto, os associar a datas bem definidas. Se a carta é dirigida a um futuro rei de França é peculiar que Nostradamus aparentemente lhe dê conta de acontecimentos já ocorridos (por exemplo, alegadamente refere o 2º Anticristo - terminologia bíblica do Livro da Revelação - como sendo Napoleão Bonaparte - sem referir, é claro, expressamente este nome) embora o faça, aparentemente, para dar uma ideia de ligação entre acontecimentos. Tal como acontece na interpretação das quadras, a carta de Nostradamus ao rei de França é enigmática e levanta dúvidas, inclusivamente, quanto a saber-se exactamente a quem Nostradamus se dirigiu: a Henrique II, rei de França no século XVI, ou a um futuro governante (rei?) de França de nome Henrique.